Blanche (1995) de Marc Hurtado

“This dispossession of one’s own work is the greatest possibility liberated by the cinema. It is a question here of an absolute freedom in the abandonment of one’s own consciousness which is reincarnated in the very body of the film through the impression of the light, through the body and lens of the camera, which is called eye sometimes as if it was already established that the camera has his own life and body.” 
-Marc Hurtado

(entrevista completa em: http://www.artnoise.it/soul-image-conversazione-con-marc-hurtado/ )

Novas formas de descontrole da imagem que alcançam uma figuração do real tendo a película como intermédio opaco que se dilui em uma abstração das sensações. Blanche é o trabalho em que Marc Hurtado melhor domina este descontrole, criando uma obra mais homogênea e abstratamente centrada, além de não conter elipses entre os rolos de película como em Blue e Aurore e apresentar o melhor uso de som dos três filmes.

O homem na natureza e seus momentos de peso e leveza; apego e desapego. No cinema de Hurtado, a relação autor/natureza é medida pelo nível de apego à obra.

por Gabriel Linhares Falcão

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