Halloween – A Noite do Terror (1978) de John Carpenter

Halloween – A Noite do Terror (1978) de John Carpenter

Mesmo tendo o serial killer como forma do mal, Carpenter articula maneiras de torná-lo figurativo. As aparições e desaparições constantes de Myers dão uma sensação de onipresença. O uso inteligente do background aumenta a área e consequentemente as possibilidades de aparição. Sua invencibilidade intensifica o estado de alerta. E a trilha sonora, que no início só anuncia a chegada de Michael, se torna constante no clímax do filme, reforçando tanto a onipresença quanto a invencibilidade.

por Gabriel Linhares Falcão

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