Constellations (2013) de Helga Fanderl

Constellations (2013) de Helga Fanderl

Em Constellations, vi em vários momentos “pela primeira vez”.

Vi o movimento pela primeira vez.
Vi a cor pela primeira vez.
Vi a calma pela primeira vez.
Vi a ameaça pela primeira vez.
Vi a elegância pela primeira vez.
Vi o vento pela primeira vez.
Vi a água pela primeira vez, algumas vezes.
Vi o exterior pela primeira vez, assim como o interior.
Vi o infinito. 
Não sei quantas vezes se vê o infinito pela primeira vez.

A montagem na câmera é o olho de Fanderl. Só fica no filme o que impressiona a vista. Fica a impressão de percepções, a percepção de impressões.

por Gabriel Linhares Falcão

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